<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:g-custom="http://base.google.com/cns/1.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">
  <channel>
    <title>elderpsiquiatra</title>
    <link>https://www.elderpsiquiatra.com.br</link>
    <description />
    <atom:link href="https://www.elderpsiquiatra.com.br/feed/rss2" type="application/rss+xml" rel="self" />
    <item>
      <title>Cuidar de quem cuida</title>
      <link>https://www.elderpsiquiatra.com.br/cuidar-de-quem-cuida-pais-com-filhos-no-transtorno-do-espectro-autista</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pais com filhos no Transtorno do Espectro Autista
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-415368.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              Entende-se na literatura científica que os pais de filhos portadores do TEA enfrentam dificuldades maiores quando comparados a uma parentagem de crianças típicas. Mães de filhos autistas trabalham menos fora de casa, trabalham menos horas na semana e ganham cerca de 56% menos do que mães de crianças sem autismo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              Também há dados robustos sobre presença de transtornos mentais. Em uma metanálise australiana de 2020, identificou-se a presença de sintomas ansiosos em 31% e de sintomas depressivos em 33% nas amostras de pais de filhos no espectro autista. Tais porcentagens são muito acima da encontrada na população geral (4.4% para quadros depressivos e 3.6% para quadros ansiosos, segundo dados da OMS).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
               Nesse contexto, o estresse é um ponto extremamente relevante. O estresse impacta diretamente a habilidade em lidar com os comportamentos difíceis, no funcionamento familiar e na relação conjugal. Os pais necessitam e se beneficiam de orientação profissional e informação de qualidade sobre o TEA e estratégias de como lidar com os comportamentos problema.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              O cortisol, hormônio diretamente relacionado com estresse e regulação imunológica, apresentou liberação alterada em pais de crianças no TEA, liberação alterada como em situações de estresse crônico, burnout e fibromialgia. Por outro lado, ter acesso a suporte social (possibilidade de discutir problemas, disponibilidade de interagir com outras pessoas, acesso à informação) esteve associado a menor estresse psicológico, menores níveis de cortisol matutino e menores queixas de sintomas físicos nos pais de crianças autistas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
               Cuidar, educar e criar pessoas dentro do Transtorno do Espectro Autista é uma tarefa desafiadora, intrigante e humana. Frequentemente ouço relatos de pais e profissionais sobre o aprendizado e gratificação em acompanhar as conquistas e o desenvolvimento das crianças. Porém, os dados científicos alertam para um cuidado que devemos ter em relação aos cuidadores. Os níveis de estresse e riscos de desenvolver transtornos mentais é substancialmente elevado nessa população.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              Tratamentos que envolvem psicoeducação familiar, estratégias de lidar com comportamentos difíceis e grupos de pais são fortemente recomendados. Recomendo que os pais de crianças no TEA busquem clínica especializadas e que forneçam esse suporte parental. Também recomendo a busca de instituição reconhecidas no assunto (segue algumas opções ao final do texto). Em alguns casos, pode ser benéfico psicoterapia individual ou mesmo avaliação psiquiátrica. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-2253879.jpeg" length="302598" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 17 Mar 2023 18:45:41 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.elderpsiquiatra.com.br/cuidar-de-quem-cuida-pais-com-filhos-no-transtorno-do-espectro-autista</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-2253879.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-2253879.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Burnout</title>
      <link>https://www.elderpsiquiatra.com.br/burnout</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Burnout
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-626165.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uma situação bastante comum na avaliação e tratamento em saúde mental é a sensação de esgotamento mental diante das demandas de trabalho.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Queixas comuns são falta de energia, perda da capacidade em lidar e resolver os problemas, pensamentos do tipo “gostaria de fugir do trabalho”, sensação de inutilidade e perda de comprometimento com os afazeres.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse cenário sinaliza um alerta, é preciso desacelerar e refletir sobre os rumos que estamos seguindo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Acredito que os primeiros passos a seguir são conversar com supervisores e coordenadores, explicar as dificuldades, pedir uma pausa. Também é comum em algumas empresas a existência de espaços de apoio para funcionários. Não quero ser ingênuo, entendo que em muitos locais de trabalho é difícil ter uma conversa franca com supervisores. Por outro lado acredito que a sinceridade é um caminho digno e legítimo. Também, vale a reflexão sobre a escolha em trabalhar em um local onde o bem-estar dos colaboradores não seja levado em consideração...
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outra atitude importante é buscar se desligar do trabalho nos momentos de folga, realizar tarefas que dão prazer, dormir e se alimentar bem, evitar consumo de bebidas alcoólicas. Também sugiro se desconectar das redes sociais e internet, já que essas atividades muitas vezes nos sobrecarregam de informações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caso a situação de esgotamento se perpetue, sugiro a busca por profissionais ligados à saúde mental, como psicólogos e psiquiatras. Essa situação de burnout está bastante comum e certamente bons profissionais conseguirão ajudar aqueles em sofrimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/84e626fe/dms3rep/multi/pexels-photo-313690-6dfbf612.jpeg" length="3513989" type="image/png" />
      <pubDate>Tue, 28 Jun 2022 12:38:21 GMT</pubDate>
      <author>elderpsiquiatra@gmail.com (Elder Lanzani)</author>
      <guid>https://www.elderpsiquiatra.com.br/burnout</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/84e626fe/dms3rep/multi/pexels-photo-313690-6dfbf612.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/84e626fe/dms3rep/multi/pexels-photo-313690-6dfbf612.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Autismo</title>
      <link>https://www.elderpsiquiatra.com.br/autismo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Autismo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/84e626fe/dms3rep/multi/pexels-photo-8654763-ead1883a.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No dia 02 de abril é comemorado o dia mundial da conscientização do autismo. Essa data foi definida pela OMS em 2007, tendo como objetivo melhorar a conscientização da população sobre o tema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo dados americanos de 2021, o transtorno do espectro autista (TEA) afeta cerca de 2,3% das crianças americanas aos 8 anos de idade. Essa prevalência varia entre países, pois muitas vezes são utilizados métodos distintos de diagnóstico. E, infelizmente, ainda não temos um dado oficial brasileiro. Porém, a referência americana aponta para uma condição bastante relevante na saúde mental das crianças.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O primeiro caso clínico de TEA foi apresentado em 1943 por Kanner. Esse primeiro caso apresentava as características clínicas clássicas, como atraso na fala, falta de contato visual, comportamentos ritualísticos, isolamento social. Ao longo dos anos, as características clínicas foram ampliadas, permitindo a classificação de mais pessoas dentro do espetro autista. Gosto das definições de Lorna Wing, ressaltando dificuldades nas áreas da imaginação, socialização e comunicação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os principais sintomas de autismo são déficits persistentes na capacidade de iniciar e sustentar interação ou comunicação social recíproca, associado a padrões de comportamento e interesses restritos, repetitivos e inflexíveis. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O início do distúrbio ocorre durante o período de desenvolvimento, geralmente na primeira infância. Mas os sintomas podem se manifestar somente mais tarde, quando as demandas sociais excedem as capacidades, como na adolescência ou mesmo na vida adulta. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os déficits devem ser suficientemente graves para causar prejuízos em diferentes áreas do funcionamento. Indivíduos ao longo do espectro exibem heterogêneas habilidades intelectuais e de linguagem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente entende-se que quanto mais nova a criança, maior a capacidade de aprender e desenvolver habilidades sociais e de linguagem. Por isso, o diagnóstico e intervenção precoces são altamente preconizados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caso a família, a escola ou o pediatra observem algum sinal sugestivo de TEA, é recomendado busca por profissionais especializados e que tenham experiencia com o diagnóstico de TEA. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-8654763.jpeg" length="119327" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 15 Apr 2022 20:54:13 GMT</pubDate>
      <author>elderpsiquiatra@gmail.com (Elder Lanzani)</author>
      <guid>https://www.elderpsiquiatra.com.br/autismo</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-8654484.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-8654763.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Medo de ir para escola</title>
      <link>https://www.elderpsiquiatra.com.br/medo-de-ir-para-escola</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Medo de ir para escola
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/84e626fe/dms3rep/multi/pexels-photo-7929412-28aec0a4.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Venho atendendo diversos de crianças menores de 10 anos que tem apresentado ansiedade e medo de permanecer na escola.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Algumas vezes o medo aparece no dia anterior a escola. Daí a criança tem dificuldades para dormir, pergunta diversas vezes sobre o dia seguinte, apresenta resistência a conversar sobre escola ou sobre tarefas escolares. Outras vezes, a criança se dispõe a ir, tenta se preparar, mas não consegue sair de casa ou permanece um tempo abreviado na escola.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acredito que o primeiro passo é tentar conversar com a criança, mostrar empatia, adotar postura de acolhimento. Não existe uma idade definida para isso, mas os menores de 5 anos costumam ter dificuldades em explicar fatos ocorridos ou relação temporal dos fatos. Os mais grandinhos normalmente conseguem explicar melhor o que estão sentindo e onde está a dificuldade em frequentar a escola.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Outro passo importante é comunicar a escola o que está acontecendo. Deve-se atentar sobre a postura da escola, se há disponibilidade para conversar sobre o aluno, se a escola acolhe as queixas da família, se a escola percebe e conhece particularidades da criança em questão. A postura do profissional da sala é de suma importância.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas vezes, com bastante carinho, acolhimento e paciência da família, o medo se esvai gradativamente e a criança retorna ao padrão habitual de frequentar a escola. Para os pequenos, é bastante comum apresentarem alguma resistência por alguns dias. Mas do mesmo modo que a resistência aparece, ela tende a ir embora.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A atenção fica para aquelas crianças que não conseguem superar o medo, levando a faltas e distanciamento escolar. Acredito que essa situação está mais comum nos dias de hoje em reflexo a epidemia e ao isolamento social. Não é à toa que muitas dessas crianças com medo exacerbado e com prejuízos associados tiveram histórias difíceis nesses dois últimos anos, como entes queridos que faleceram, pais que perderam renda ou próprias doenças respiratórias pregressas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A resistência ou o medo de ir escola é comum por alguns dias, principalmente nas crianças menores de cinco anos. Porém caso não haja melhora desses sintomas, associado a prejuízos na criança e família, deve-se ligar um alerta sobre a possibilidade de buscar ajuda em saúde mental. A escola certamente deve estar ciente das dificuldades. Nessa condição de prejuízo, deve-se buscar profissionais da saúde mental, como psicólogo ou psiquiatra infantil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1720186.jpeg" length="209530" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 29 Mar 2022 23:15:45 GMT</pubDate>
      <author>elderpsiquiatra@gmail.com (Elder Lanzani)</author>
      <guid>https://www.elderpsiquiatra.com.br/medo-de-ir-para-escola</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1720186.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1720186.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Há excesso de diagnósticos em Psiquiatria?</title>
      <link>https://www.elderpsiquiatra.com.br/ha-excesso-de-diagnosticos-em-psiquiatria</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há excesso de diagnósticos em Psiquiatria?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/84e626fe/dms3rep/multi/pexels-photo-5699456-082b2107.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Infelizmente é comum a busca por causas simples e soluções rápidas para as dificuldades que enfrentamos. Frases do tipo “Esse menino é muito agitado, precisa tomar remédio” ou então “Terminei meu namoro, acho que estou com depressão e preciso de tratamento urgente” são comuns no dia a dia. Tal postura simplista trata nossos problemas de modo superficial e dificulta nosso entendimento dos fatores relevantes ao nosso bem-estar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante reforçar que todos nós passamos por momentos difíceis, ficamos ansiosos em determinadas circunstâncias, sentimo-nos tristes com perdas e decepções ou podemos ficar desmotivados com o trabalho ou o estudo. Os momentos difíceis são importantes fontes de aprendizado, nos retiram da acomodação, nos forçam a buscar melhores estratégias e novas habilidades para enfrentarmos os problemas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se todos os momentos difíceis ou todas as frustrações forem vistos de modo superficial e se insistirmos em buscar soluções rápidas e fáceis para nossos problemas, podemos recair no uso abusivo de medicações, manter tratamentos onerosos e sem resultados e não nos fazer enfrentar os principais fatores que estão nos trazendo dificuldades. Caímos no problema do excesso em Psiquiatria, excesso de medicações, excesso de afastamentos da escola ou do trabalho, excesso de acomodação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Porém a Psiquiatria também sofre da falta de procura. Acredito que essa falta de acesso à Psiquiatria e à saúde mental é ainda mais comum do que o excesso. Tratar como “apenas uma fase difícil” a desmotivação crônica, o abuso de substâncias, a tristeza que não tem fim ou o atraso escolar dificulta o acolhimento daqueles em sofrimento, afasta as pessoas do tratamento adequado e leva a prejuízos. Destaco a palavra prejuízo, pois entendo que quando esse está presente, estamos passando da fronteira do compreensível e aceitável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acredito que a rejeição ao tratamento em saúde mental, especialmente a Psiquiatria, é consequente ao estigma sobre os transtornos mentais e o medo de fazer uso de medicação (caso seja necessário). A ideia de que “Psiquiatria é para loucos” está totalmente errada e afasta muitas pessoas de receber acolhimento e tratamento adequados. E, felizmente, as medicações mais modernas tem menos efeitos colaterais, não levam a dependência e podem ser um aliado importante para a melhora do sofrimento vivido. Além disso, em alguns casos a medicação pode não fazer parte do tratamento em saúde mental. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de existir um excesso de diagnósticos em psiquiatria, há ainda pouca busca por essa especialidade médica. A presença de prejuízos na vida da pessoa, como prejuízos no trabalho, na escola ou na vida social é um importante sinal para busca de atendimento. Uma avaliação psiquiátrica de forma criteriosa, acolhedora e técnica certamente distinguirá o normal do patológico, auxiliando as pessoas a buscarem melhores maneiras de enfrentar as dificuldades.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-4098148.jpeg" length="573634" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 14 Mar 2022 23:28:23 GMT</pubDate>
      <author>elderpsiquiatra@gmail.com (Elder Lanzani)</author>
      <guid>https://www.elderpsiquiatra.com.br/ha-excesso-de-diagnosticos-em-psiquiatria</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-4098148.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-4098148.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Por que estudamos o desenvolvimento infantil?</title>
      <link>https://www.elderpsiquiatra.com.br/por-que-estudamos-o-desenvolvimento-infantil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por que estudamos o desenvolvimento infantil?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/84e626fe/dms3rep/multi/pexels-photo-1104014-b1bd4abe.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A importância e o cuidado que hoje em dia damos aos nossos pequenos foram construídas ao longo de muitos anos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por exemplo, na Idade Média não existia o conceito de criança como concebemos hoje. As crianças eram vistas como pequenos adultos, e tinham basicamente as funções de paparicar os adultos ou de trabalhar. Foi somente a partir do século XVII que surgiram as primeiras instituições pedagógicas, com objetivo de ensino de um modo mais estruturado e com forte ênfase na moralização da criança. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As profundas mudanças sociais ocorridas com a revolução industrial alteraram as configurações familiares e reduziram a mortalidade infantil. Com menos membros em uma mesma família e com maiores chances de sobrevida das crianças, gerou-se um importante estreitamento dos laços afetivos. As crianças passam a ocupar gradativamente um importante papel social, a educação passou a ser valorizada pois entendeu-se a importância da instrução adquirida na infância para a vida adulta e para o modelo social em vigor. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente há um grande foco no estudo do desenvolvimento infantil, é sabido que as mudanças ocorridas nessa fase exercem grande influência anos mais tarde. Por exemplo, muitos transtornos mentais do adulto apresentam sinais muito tempo antes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os fatores biológicos envolvidos nos desenvolvimentos são evidentes, como o longo e contínuo processo do bebê para aprender a andar, iniciando em firmar o pescoço, sentar-se, se deslocar ou engatinhar, ficar em pé e somente depois andar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Porém, tão importante será a relação entre os estímulos do ambiente e o bebê para esse percorrer um longo processo até conquistar a habilidade de andar. Por ambiente, refiro tudo aquilo que está ao redor do bebê, desde sua família, outros bebês e crianças, escola, residência, locais que frequenta, etc. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E quando o bebê ou a criança não adquire habilidades que são esperadas para sua idade? Tal situação é bastante comum, e a minha sugestão é que os pais e cuidadores estejam atentos quando ocorrem atrasos no desenvolvimento. A rede de profissionais que se relacionam com bebês e crianças, como pediatras, enfermeiros, professores e educadores físicos devem estar preparados e atentos para reconhecer e suspeitar de atrasos no desenvolvimento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caso haja suspeita de atrasos no desenvolvimento, a rede de profissionais da saúde, como psicólogos, fonoterapeutas, terapeutas ocupacionais, neurologistas ou psiquiatras infantis deve ser acionada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Deixo aqui o link de um vídeo que retrata o trabalho do fotografo Lewis Hine’s, que retratou o trabalho infantil, comum no início do século XX. https://youtu.be/pOIvdhmMaOE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também, deixo o link da tabela de Denver, que é uma tabela das habilidades que as crianças devem adquirir desde o nascimento até os 5 anos de idade. https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/img/manual_followup/tab_denver2.htm
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referencias: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           •	Gehm, T. P. (2013). Reflexões sobre o estudo do desenvolvimento na perspectiva da Análise do Comportamento. 73.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           •	Bettio, C. D. B.; Laurenti, C. (2016). Contribuições de B. F. Skinner para o estudo do desenvolvimento humano. Acta Comportamentalia: Revista Latina de Análisis de Comportamient, 24, 95–108.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           •	Shaffer, D. R. (David R., &amp;amp; Kipp, K. (2010). Developmental psychology : childhood and adolescence. Wadsworth Cengage Learning.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1104014.jpeg" length="425506" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 11 Mar 2022 23:23:27 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.elderpsiquiatra.com.br/por-que-estudamos-o-desenvolvimento-infantil</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1104014.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1104014.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
  </channel>
</rss>
